sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Lápis de cor 1 x 0 Ana Luisa

Não quero começar as frases com não.
Mas é mais difícil para mim do que parece.
O contexto no qual escrevo é um tanto quanto peculiar.
Para mim não, mas para todo o resto do mundo.
Uma mistura bastante intensa de pensamentos e sentimentos
que me levam àquela beira da loucura.
Sei que tudo o que estou vivendo..

 Mentira, não sei nada.

Nem sei se deveria saber, nem mesmo sei se quero saber.

Não quero pensar.Como vou conseguir isso?
É tanta vontade de estar ausente, que me perco na falta de opções.
Do que estou precisando?
É disso que estou falando.
Preciso de vazio, de não ser, não estar, não nada.
Não é apenas aquela ingênua vontade de sumir.
Vai além disso.Tão além que nem eu compreendo.
Não quero existir.
Gente, que horror.
Que drama.
Que  chata..

O quanto estou magoada com o que foi dito  a meu respeito?
Provavelmente muito menos do que a mágoa por eu ser exatamente oq foi dito.
Se eu não gostar de mim, quem vai gostar?
Até conseguimos encontrar.
Mas ninguém me suporta muito tempo.

É desesperador assistir a esse filme, sempre com o mesmo final
Como se não houvesse alternativa.
Porque é sempre do mesmo jeito.

Minha vida se tornou um filme e ele se repete continuamente.
Não quero mais brincar desse.

sábado, 23 de julho de 2011

Com gosto de desgosto.

Sinceramente, quando tive a idéia de criar este blog, imaginei que o primeiro post seria desenvolvido em outro clima, com outros sentimentos aqui dentro...mas eu sempre deixo tudo pra depois, e agora que resolvi escrever meu ânimo está bem diferente daquele inicial.

Na verdade agora estou com um belo mix de sentimentos de merda.
Raiva, desapontamento, frustração, ciúmes, inveja e muita vontade de descarregar todo esse meu rancor em cima de qualquer pobre alma que ousar surgir na minha frente. hehehe
Mentira.
Mentira que é mentira.
É verdade.
Mais ou menos, vai...

Tanta coisa pra dizer, que no final das contas não digo nada.
Tentarei ir por partes.

Estou de saco cheio de me contentar com pouca merda.
E tenho descoberto com o tempo, que a culpa é minha.
Porque? Porquê eu tenho esta terrível mania de não me dar o valor.
Porque eu sempre acho que qualquer merda que aprece é tudo de bom, e como eu não me acho tudo de bom, me submeto a qualquer merda que a merda tenha a me oferecer.

Como diz no título, tentaram me convencer que o bom partido sou eu. Eu até acredito, às vezes.
Maaaaas também tenho bastante conhecimento sobre o tema (no meu caso, tá?).
De nada adianta ser linda, maravilhosa, gente boa, prestativa, carinhosa, pró-ativa, paciente, boa de cama, amiga dos amigos, deixar o outro à vontade para fazer o que quiser.
Não adianta. Isso não é garantia de bosta nenhuma.
Mas nem é disso que quero falar.

No momento nem quero falar de muita coisa, porque estou com raiva.
E com raiva só sai porcaria.

Talvez depois eu apague este post, talvez não.

O que importa é que eu estou determinada a não aceitar mais pouca merda pra mim.
Só aceito pinico cheio!