sábado, 23 de julho de 2011

Com gosto de desgosto.

Sinceramente, quando tive a idéia de criar este blog, imaginei que o primeiro post seria desenvolvido em outro clima, com outros sentimentos aqui dentro...mas eu sempre deixo tudo pra depois, e agora que resolvi escrever meu ânimo está bem diferente daquele inicial.

Na verdade agora estou com um belo mix de sentimentos de merda.
Raiva, desapontamento, frustração, ciúmes, inveja e muita vontade de descarregar todo esse meu rancor em cima de qualquer pobre alma que ousar surgir na minha frente. hehehe
Mentira.
Mentira que é mentira.
É verdade.
Mais ou menos, vai...

Tanta coisa pra dizer, que no final das contas não digo nada.
Tentarei ir por partes.

Estou de saco cheio de me contentar com pouca merda.
E tenho descoberto com o tempo, que a culpa é minha.
Porque? Porquê eu tenho esta terrível mania de não me dar o valor.
Porque eu sempre acho que qualquer merda que aprece é tudo de bom, e como eu não me acho tudo de bom, me submeto a qualquer merda que a merda tenha a me oferecer.

Como diz no título, tentaram me convencer que o bom partido sou eu. Eu até acredito, às vezes.
Maaaaas também tenho bastante conhecimento sobre o tema (no meu caso, tá?).
De nada adianta ser linda, maravilhosa, gente boa, prestativa, carinhosa, pró-ativa, paciente, boa de cama, amiga dos amigos, deixar o outro à vontade para fazer o que quiser.
Não adianta. Isso não é garantia de bosta nenhuma.
Mas nem é disso que quero falar.

No momento nem quero falar de muita coisa, porque estou com raiva.
E com raiva só sai porcaria.

Talvez depois eu apague este post, talvez não.

O que importa é que eu estou determinada a não aceitar mais pouca merda pra mim.
Só aceito pinico cheio!